Leão XIV acolhido em Argel como um irmão portador de esperança e paz. Programa cheio não obstante a chuva. No seu primeiro discurso em frente do Monumento aos Mártires da Nação, o Papa encorajou ao perdão, que vem dos corações e à dignidade e justiça para todos.
Da Basílica de Nossa Sra de África, ao Centro de Acolhimento e de Amizade das Irmãs Agostinianas em Bab El Oued, em Argel, até à Basílica de Santo Agostinho em Annaba, onde terá lugar a Santa Missa, tudo está em efervescência e alegria para acolher da melhor forma, Leão XIV que, nas pegadas do seu pai espiritual vem trazer uma palavra de paz e encorajamento à convivência entre pessoas de culturas e religiões diferentes e em que a Igreja católica é pequena, mas simbolicamente importante.
O segundo discurso de Leão XIV na Argélia foi pronunciado diante das autoridades, da sociedade civil e do corpo diplomático. "A verdadeira força de um país reside na cooperação de todos para a realização do bem comum. As autoridades não são chamadas a dominar, mas a servir o povo e o seu desenvolvimento."
Em mensagem à Pontifícia Comissão Bíblica, por ocasião da Assembleia Plenária — cujos trabalhos, dedicados ao sofrimento e à doença começam nesta segunda-feira (13/04) —, Leão XIV convida a acolher Cristo, pois é o único “médico capaz de curar as doenças da alma”. Em seguida, incentiva os exegetas a conciliar “pesquisa científica” e “experiências comuns da vida”.